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Mostrando postagens de maio, 2015

Zé Ninguém

Dança morena da saia rodada Espalha teu cheiro pequena Meu coração perde o compasso Com teu rebolado Ah, morena! Cê tu soubesse o que sinto Cê tu descobrisse o quanto sonho contigo Ah, morena! Eu não tenho chance não Cê é a mais bela Rosa a espera dum Rei e eu?  Eu sou apenas um Zé Ninguém. (Luíza Gallagher)

Domingos

Segundas, terças e quartas quintas, sextas e sábados... Todo dia um novo dia As segundas para recomeçar, as terças para amar, as quartas para refletir, as quintas para sorrir, as sextas para comemorar, e os sábados com cara de Domingos? Existem mais lindos? (Luíza Gallagher)

Ordem no Caos

A vida as vezes é tão chata: trabalho, contas, dormir, acordar..  Nada acontece, tudo acontece, é sempre igual, é sempre diferente. É um caos! Tudo parece que vai dar errado, mas aí você me olha e eu esqueço isso, esqueço aquilo, esqueço o mundo, só resta nós. É nos seus braços que me abrigo quando a tempestade chega. É em você que encontro a minha paz. O meu lugar favorito do mundo é dentro do seu abraço. Você ordena o meu caos.  (Luíza Gallagher)

Bola Rolando

Rola a bola de um lado para o outro Rola a bola um chute forte e ela voa de pé em pé ela passa até no gol entrar E a bola volta a rolar. (Luíza Gallagher)

Águas Passadas

Existem águas boas que lavam, que curam águas que refrescam que matam a sede que renovam a vida. Existem as águas frescas  que vêm direto da fonte, existem as que vêm da chuva num dia cinza. Entre todas elas  existe a mágoa que rola dos olhos em forma de lágrima, essa é uma má água, mas é apenas  águas passadas. (Luíza Gallagher)

E é de você que preciso

E é de você que preciso, apenas de você aqui comigo.  Preciso do seu abraço, seu olhar, seu sorriso. Quando longe, me sinto só, você é meu abrigo. As horas não passam, tudo segue parado, o dia vira um castigo. É de ti, apenas de ti que necessito Fico completa somente estando contigo. (Luíza Gallagher) 

Gaivota

Voa, voa gaivota p elo céu distante. Voa, voa gaivota e na praia dá uma rasante. (Luíza Gallagher)

Anna e o Escuro

Anna não gostava de ficar no escuro quando pequena. Depois que cresceu notou o quão tolo era esse medo. No escuro ela fica despercebida, escondida, segura. O breu acalenta e protege. Hoje, o que a menina teme é a luz. Exposta, desprotegida, revelada, desolada. Sem máscaras, a realidade desnuda. (Luíza Gallagher)