Um menino chamado Kanhaiya Kumari nasceu dentro de uma prisão e foi entregue pela mãe às autoridades, cresceu em orfanatos. Andava sozinho, era um menino de poucas palavras e olhos tristes. De três em três meses era levado até a cadeia e lá tinha alguns rápidos minutos com sua mãe. Passava tão rápido, ele mal conseguia ter tempo para abraçar-lhe e contar todos os detalhes de sua vida. O menino vivia imerso em pensamentos, em sonhos. Em meio aos sonhos infantis estava lá o desejo desesperado de tê-la por perto. A cada visita à mãe voltava com o rosto marcado pela tristeza e o nó prendendo-lhe a garganta. Quando ainda não passava de um menino, demorava a pegar no sono a noite, assustado com os monstros. "Como vou me proteger sozinho do bicho papão?", se perguntava às lágrimas. Nessa horas insones ele abria a janela e deixava a reconfortante luz do luar iluminar seu rosto. Passava horas admirando a lua até finalmente cair no sono. Uma noite, Kanhaiya não conseg...
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